#Resenha O Diário de Anne Frank

Oi amigos, hoje tenho para vocês a resenha de um livro que mexeu muito comigo e que anos depois, com uma releitura, continua mexendo. O Diário de Anne Frank é um livro para ser lido aos poucos, com o coração e com a emoção. Mesmo aqueles que não são tão emotivos, não tem como negar que este livro é sem dúvida uma leitura como poucas. Espero que gostem da resenha, pois resolvi ir além do que é encontrado no próprio livro:
O Diário de Anne Frank (edição definitiva por Otto H. Frank e Mirjam Pressler) - Anne Frank
378 páginas - Editora BestBolso
Para quem ainda não ouviu falar deste livro, trata-se de um clássico mundial datado de 1947, ano de sua primeira publicação.
O livro em questão, é como o próprio nome diz, um diário de Anne Frank. mas quem veio a ser esta tal de Anne Frank???
Annelies Marie Frank (Anne Frank), nasceu em 12 de junho de 1929 em Frankfurt. De origem judaica, esta alemãzinha viveu praticamente toda sua vida em Amsterdã, ao lado de seus pais Otto H. Frank e Edith Frank. Além da irmã Margot Frank.
A família Frank vivia bem e confortavelmente até a Segunda Grande Guerra estourar e Hitler com todo o seu poderio bélico e seu ódio contra os judeus e todos aqueles que não fossem da "raça superiora ariana" marchasse por cima de todos que se opunham contra suas ideias imbecis.
Como todos os judeus da época, Anne acabou perdendo sua cidadania alemã. Mas o que diferencia esta jovem que morreu aos quinze anos em um campo de concentração, foram justamente as páginas encontradas de seu diário. Um diário que ela fez entre 12 de junho de 1942 e 1º de agosto de 1944, justamente o período em que ela e sua família ficaram escondidos em cômodos secretos (anexos secretos) que haviam dentro do edifício comercial que era do pai dela.
A família havia se preparado com antecedência para uma possível e provável fuga, visto que os alemãs perseguiam incansavelmente os judeus naquela época.
Por conta disso, e com medo de serem presos, a família acabou se mudando para este pequeno anexo, onde ao lado da família Van Daan, formada por Hermman van Pels, Auguste van Pels e Peter van Pels, conviveram por todo o período narrado no diário. Posteriormente juntaram-se às duas famílias o Sr. Fritz Pfeffer (Albert Dussel). Por todo o tempo em que estiveram no anexo, eles receberam ajuda de fiéis amigos Victor Kugle, Johannes Kleiman, Miep Gies e Elisabeth (Bep) Voskuijl.
No livro Anne conta como era a vida no complexo, seus medos, seus pontos de vistas, as brigas, como recebiam as notícias do que estava acontecendo pelo país. As constantes variações de humor entre os moradores do anexo, e até mesmo os sonhos após o fim da guerra.
Dá para imaginar que não era nada fácil viver escondido, sem poder sair, ou mesmo fazer barulho para não serem descobertos. Fora o fato de estarem confinados, ainda existia o peso de dividirem não só o espaço, mas o pouco que tinham com todos. 
O leitor percebe claramente que Anne aos poucos parece cair em uma espécie de depressão, que acaba não se acentuando por conta da presença de Peter, a quem ela acabou fazendo uma amizade mais sólida. Ela e a mãe não se davam bem, e as brigas entre as duas eram constantes. Anne chegou a escrever em seu diário que desprezava a mãe. Ela e a irmã Margot também tinham seus momentos de brigas. Em várias passagens é perceptível o ciúmes que ela sente de Margot, principalmente quando era criticada pela família. Mas quase para o fim, é possível perceber que elas acabam se entendendo melhor. 
Anne não era bem vista pela Sra. Hermman, que achava a jovem egoísta e até mesmo vulgar. E isso acabou gerando  muitos desentendimentos, não só com Anne, mas com os pais da jovem, que não aceitavam este tipo de crítica.
Com um espírito livre, pensamentos próprios e língua afiada, Anne não era muito afeita a ficar quieta escutando as coisas, por isso era vista e taxada de rebelde pelos que viviam no anexo, o que facilitava os conflitos. Mas aos poucos ela vai tentando ficar mais quieta, guardando seus pensamentos e sentimentos para si e para Kitty, nome que deu a seu diário. Isso deve-se muito ao amadurecimento forçado da jovem, cuja maior liberdade era ficar em frente a janela do quarto de Peter para ver as estrelas.
No dia 1º de agosto de 1944 foi a última anotação de Anne em seu diário, isso porque na manhã do dia 4, por volta das 10:00 horas, um carro da Polícia Uniformizada Alemã parou na Rua Prinsengracht, 263 e prendeu todos os ocupantes do anexo, mais o Sr. Victor Kugler e Johannes Kleiman. Todos foram levados para campos de concentração. Acredita-se que a polícia chegou até o anexo por conta de algum informante, mas isso nunca foi comprovado ou a identidade dele revelada.
Anne morreu em fevereiro de 1945, em uma data desconhecida. Aos 15 anos, a jovem que sonhava em ser jornalista foi enterrada em uma vala comum, típica dos campos de concentração. A causa de sua morte também é incerta, apesar de que muitos acreditam que tenha sido de tifo.
Os papéis do diário de Anne foram encontrados por Miep Gies e Bep Voskuijl. Apesar de também terem sido presas junto com os outros, a polícia acabou soltando as duas depois de intenso interrogatório e ameaças. Quando elas voltaram ao anexo secreto, encontraram os papéis de Anne espalhados pelo local. Elas resolveram guardar não só os papéis de Anne, mas também álbuns da família para devolverem quando todos estivessem livres, o que infelizmente não aconteceu tão cedo. 
Dos quatro componentes da família Frank, apenas Otto, o pai de Anne sobreviveu a guerra. Quando saiu de Aushwitz, ele voltou para Amsterdã, onde ao lado de Jan e Miep, tentou encontrar sua família. Após algum tempo, descobriu que todas estavam mortas.
De posse das folhas do diário de Anne, e ciente dos desejos da filha em ser uma autora, e até mesmo de levar suas anotações como provas da opressão sofrida pelos nazistas, Otto resolveu publicá-lo. 
Existem quatro versões do Diário de Anne Frank, as diferenças entre elas são explicadas no prefácio do livro. No prefácio o leitor também fica sabendo sobre os pseudônimos criados por Anne para as pessoas citadas em seu diário, assim como seus verdadeiros nomes e datas de nascimento. No posfácio há um pequeno e rápido resumo do que aconteceu com as pessoas citadas no diário.
O livro O Diário de Anne Frank já vendeu 30 milhões de cópias, sendo publicado em mais de 60 países e traduzidos para mais de 70 idiomas. Só aqui no Brasil já foram vendidas mais de 16 milhões de cópias.
Achei legal deixar algumas fotos que peguei na internet sobre as pessoas que viveram no anexo secreto, além dos locais que marcaram a história de Anne Frank:
Família Frank:
Anne aos 11 anos
Otto em 1961
Edith aos 30 anos
Margot aos 15 anos
Família Van Pels:

Peter

Hermann

Auguste 
A oitava pessoa do anexo secreto:
Fritz Pfeffer
Os leais amigos:
Victor Kugler
Johannes Kleiman
 Elisabeth (Bep) Voskuijl
 Miep Gies
Em minhas andanças pela internet, encontrei este interessante vídeo sobre o anexo secreto. Uma pena que a fala não esteja em português, mas vale pelas imagens. E você ainda pode fazer uma viagem virtual ao anexo secreto:
Planta do Anexo Secreto:
Fachada da fábrica:
Entrada para o anexo secreto:
Bom gente, eu termino a resenha por aqui, pois é um assunto que eu particularmente gosto de fuçar e falar, e que com certeza, dá pano para muita manga, como se dizia antigamente. 
A primeira vez que li O Diário de Anne Frank, eu tinha praticamente a mesma idade dela quando foi para o anexo. Talvez por conta disso, tenha sido tão impactante para mim na época. Quando a Lorena disse que iria fazer um Book Tour do livro com as pessoas do Clube de Cartas para Blogs, eu rapidamente perguntei se poderia participar, mesmo já tendo lido o livro. Fiquei muito feliz quando ela disse que sim, e ainda fui a primeira a receber o livro!
A releitura foi um conflito de sentimentos, e a reafirmação de que é o tipo de livro que deve ser lido e debatido por todos, em qualquer época, em qualquer idade. São livros assim, que nos fazem lembrar das atrocidades ocorridos há não muito tempo atrás, e nos dá força para lutar para que uma coisa desta nunca mais venha a acontecer. O impacto não foi o mesmo, mas a importância dos fatos conhecidos e o aperto no coração continuaram presentes.
O Diário de Anne Frank é e sempre será um dos meus livros favoritos. E você, já leu este livro? O que achou? Senão, o que está esperando para ler?

Esta resenha faz parte do meu Desafio Literário Gutenberg 2017, no item um livro clássico. Para ler as outras resenhas do desafio, basta clicar na imagem abaixo:

48 comentários:

  1. Rose!
    É um livro inspirador e já é um clássico.
    Ver a guerra pelos olhos de uma criança é sempre bem emocionante.
    Adorei as fotos, dá uma visão de como as coisas eram por lá.
    “ O amor é a sabedoria dos loucos e a loucura dos sábios.” (Samuel Johnson)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
    TOP COMENTARISTA ABRIL especial de aniversário, serão 6 ganhadores, não fique de fora!

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    1. Oi Rudy, dá uma outra visão e um enorme aperto no peito.
      Bjs

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  2. Esse livro é maravilhoso!
    Acho que ler um diário escrito por alguém que sentiu a guerra na pela é algo diferente.
    Anne certamente seria uma jornalista e escritora incrível. Por outro lado o Mundo conheceu um pouco dela, mesmo que tão nova.

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    1. Oi Helana, sim, e incrível por ela ser tão nova. Um talento nato.
      Bjs

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  3. Olá Rose, tudo bem?
    Eu já li e me emocionei bastante com esse livro. É uma leitura que super recomendo, umareflexão para a vida.
    Amei a sua resenha. Parabéns!

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    1. Oi Faby, concordo contigo, uma reflexão para vida mesmo.
      Bjs

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  4. Rose querida, eu nunca li esse livrinho menina, por mais que ele está na minha listinha de obrigação, só não quando lerei, fico feliz que tenha trazido a resenha e as fotos, no qual nunca havia parado para pesquisar.
    Beijinhos

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    1. Oi Morgs, livros deste tipo sempre me fazem pesquisar. Não deixe de ler, vai gostar.
      Bjs

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  5. Oi Rose, tudo bem?
    Mulher acredita que nunca li esse livro? Lá na biblioteca da universidade tem mas eu não me sinto apta a ler livro sobre a guerra não, abalam muito o meu psicológico.
    Tua resenha tá maravilhosa muito instrutiva.
    Beijos

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    1. Oi Kris, obrigada! Apesar de sempre ficar meio destruída por estes temas, sempre leio, é um assunto que eu gosto.
      Bjs

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  6. Olá, tudo bem?
    Eu acho essa leitura bem forte, e confesso que fui ás lágrimas quase que o livro todo.
    Um beijo.

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    1. Oi Rayanni, é um livro emocionante mesmo.
      Bsj

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  7. Oi, Rose.
    Esse é um dos livros que acredito que todos deveriam ler. A leitura mexeu muito comigo.
    Foi bom poder conhecer Anne e ver a força que ela tinha. Aprendi a admirá-la por tudo que ela passou e pela postura que ela teve, mesmo sendo uma criança/adolescente.
    Ótima resenha.
    Beijos.

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    1. Oi Aline, Anne realmente ensinou muito, na verdade, ainda ensina.
      Bjs

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  8. De longe esse é o meu livro favorito de todos os livros que já li! Amei sua resenha, amei que tenha feito ela e acho que esse é um livro que todos deveriam ler, abre nossos olhos de muitas formas.

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  9. Impossivel mesmo não amar a Anne! Ela é tao doce e meiga. Suas palavras, apesar de jovem transmitem um ar tão maduro e singelo. Emocionante essa leitura, e é impossivel realmente não torcer para que as brutalidades que acontecem não sejam diferentes.

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    1. Oi Amanda, um certo ar infantil, mas ao mesmo tempo tão maduro.
      Bjs

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  10. ter conhecido a história de Anne aos meus doze anos foi essencial para escolher o que eu desejei ser: professora de História. eu sabia que precisava rumar pra esse lado depois que descobri tudo sobre o holocausto judeu... e um dos assuntos que mais me emocionam e me deixam desconfortável, e quanto precisamos lutar todos os dias para evitar que uma desgraça dessas se repita...

    O livro é maravilhoso, triste e essencial para que todos leiam.. queria muito poder visitar o Anexo algum dia... seria uma experiência ímpar...o mais perto que cheguei de Anne foi quando conheci uma amiga de escola dela, sobrevivente, numa palestra aqui em Pernambuco, ano passado...

    adorei essa postagem. ♥

    bjs...

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    1. também gostaria de ver o anexo pessoalmente, seria mesmo emocionante. Que legal você ter conhecido a amiga dela.
      Bjs

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  11. Oie amore,
    Esse livro me persegue.. e até tenho ele aqui na estante, mas ainda não tive a oportunidade de ler... mas a cada resenha fico mega curiosa pela leitura.
    E sua resenha não foi diferente! Que resenha sensacional, completa, perfeita, parabéns!
    Beijokas!

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    1. Obrigada Grazi, que bom que gostou. Foi um prazer fazer esta resenha. Não deixe de ler o livro, é muito bom.
      Bj

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  12. Rose, vergonhosamente admito ainda não li esse livro
    como amante do estudo da 2ª guerra me sinto falha, pois Anne se tornou um dos grandes simbolos desse massacre, por conta do seu olhar juvenil para a situação e seu relato emocionante, vivo e real da guerra
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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    1. Oi Thaila, se você gosta de ler sobre esta época, não pode mesmo deixar de ler este livro.
      Bjs

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  13. Esse livro sempre me faz chorar, até pequenos trechos, fico com uma sensação de engasgo na garganta, precisando dizer algo tão doloroso que me palavras não consigo expressar. Uso esse livro em sala de aula e fiquei muito triste quando vi um professor tratando o assunto, quase venerando Hitler e banalizando a coisa. Obrigada por essa resenha! Gosto de fazer releituras e a primeira vez que li o livro, também senti o engasgo na garganta, mas não tinha o conhecimento que tenho hoje, então, a dimensão de dor é muito maior. O pior é perceber a força que o neonazismo tem ganhado no Brasil :(

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    1. Oi Lilian, este crescimento do neonazismo no país me assusta e muito. Morro de medo. É incrível como algumas pessoas, ainda mais um professor, pode tratar um assunto como este como banal.
      Bjs

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  14. Eu sempre tive muita vontade de ter esse livro, afinal o diário foi escrito em um momento tão pesado.
    Lendo a sua resenha, me senti tão emocionada que quase chorei, pois deu pra sentir o quanto viver daquela forma foi difícil para ela - e lógico, que para qualquer judeu.
    Parabéns por ter falando de maneira tão linda sobre essa obra.

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    1. Oi Aline, por mais que eu tente, acho difícil mensurar as dificuldades que os judeus passaram. Sempre me emociono com estas histórias.
      Bjs

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  15. Olá,

    Tenho muita curiosidade em conhecer essa história, falam tão bem dela e mesmo não gostando de ler livros que se passam em guerras, eu abriria mão desse receio facilmente. Sempre quis ler um clássico, mas tenho um problema com a linguagem deles, porém depois de tudo o que já ouvi sobre esse livro quero muito lê-lo.

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    1. Oi Thayenne, neste você não vai ter problemas com a linguagem, leia sim.
      Bjs

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  16. Sabe que eu nunca li esse livro. Acho que na verdade me falta coragem para ler. Ao contrário da Anne, eu já não acredito na bondade das pessoas, então a cada vez que leio algo sobre o período da segunda guerra, essa crença diminui ainda mais. Um dia pretendo conhecer o lugar onde ela vivia por tantos anos escondida, isso é claro se eu aguentar a emoção. Amei sua resenha, ela foi muito além do livro.

    Bjs.

    www.ciadoleitor.com

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    1. Oi Patrícia, fica mesmo difícil continuar acreditando na bondade das pessoas.
      Bjs

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  17. Sempre via esse livro na biblioteca da escola, mas nunca peguei pra lê-lo. Vendo seu post deu vontade de conhece-lo 😍
    http://omisterionaproximapagina.blogspot.com.br/?m=1

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    1. É normal mesmo as bibliotecas, principalmente as das escolas terem exemplares deste livro. Leia sim.
      Bjs

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  18. Olá, tudo bem? Ainda não tive oportunidade de ler o Diário de Anne Frank mas vontade é o que não falta. Estou bem contente de ver uma resenha tão entusiasmada com o assunto. Com certeza dica anotada!
    Beijos,
    http://diariasleituras.blogspot.com

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    1. Oi Carool, gosto muito deste livro, e do assunto em questão, por isso o entusiasmo.
      Bjs

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  19. Oiii
    O diário de Anne Frank é um dos livros que quero ler em breve. Comprei meu exemplar no mês passado e quero ler assim que possível.
    Um sonho seria conhecer a casa na Alemanha onde a obra é narrada..
    Bjoo

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    1. Oi Thamires, também gostaria de conhecer a casa.
      Bjs

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  20. Oi Rose! Fico muito contente por ter proporcionado essa releitura. A primeira vez que li o livro também estava na escola e foi muito marcante para mim, tinha mesma idade e imaginar todos aqueles fatos que ela passou e saber o fim da história, me emociona. Assim como Anne, tantas pessoas sofreram as atrocidades da guerra. Achei fantástica sua resenha e as curiosidades que você acrescentou com imagens. Nota 10. Parabéns! Espero seguirmos com o projeto, sucesso, bjoo

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    1. Oi Lorena, acho que por termos a mesma idade dela na época da primeira leitura foi um diferencial para aumentar a emoção. Agradeço muito por você ter me proporcionado esta releitura.
      Bjs

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  21. Oi, tudo bem?
    Que post completo!
    Nunca li o livro e pra ser sincera acho que nem conseguiria, mas ele é muito interessante!
    Bjs

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    1. Oi Angélica, é o tipo de livro que vale a pena ter coragem para ler.
      Bjs

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  22. Olá!
    Li esse livro há alguns anos atrás e sem dúvidas é uma das melhores leituras que já fiz na vida. Adorei poder conferir a sua resenha e algumas das coisas que você evidenciou eu consegui presenciar também, o que é muito legal.
    Beijos.

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    1. Oi Carolina, é o tipo de leitura que levamos para a vida mesmo.
      Bjs, Rose

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  23. Olá Rose, li a obra faz alguns anos...gostei muito, mas confesso que achei a jovem Anne muito fria em relação a mãe e a irmã, ainda mais por todo sofrimento que eles estavam passando.
    A postagem ficou maravilhosa com tantas informações e imagens, parabéns!

    Beijokas da Quel ¬¬

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    1. Oi Quel, sua relação com elas é mesmo estranha.
      Bjs, Rose

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  24. Esse livro realmente é muito intenso. A narrativa de Anne deixa a gente profundamente tocado pela sua história. Bjkas

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Olá meu amigo, deixe sua opinião, ela é sempre bem vinda. Obrigada por visitar o blog.